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FVS descarta surto de febre amarela em primatas mortos


A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) recebeu, nesta sexta-feira (24), o relatório da equipe técnica do órgão que está no município de Novo Aripuanã (a 227 km da capital amazonense), que informa a conclusão da investigação da suposta ocorrência de mortalidade recentes de macacos, em áreas remotas da Reserva Sustentável do Rio Madeira. Durante o procedimento, a equipe constatou que, apesar da referência da população local de encontro de primatas mortos, não havia qualquer ocorrência no momento de epizootia (epidemia entre macacos), sendo localizados apenas poucas carcaças destes animais, sem nenhuma possibilidade de coleta de material para exames laboratoriais com a finalidade de esclarecimento da causa da morte.

De acordo com o diretor-presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, a investigação descarta a possibilidade de surto epidêmico de febre amarela na população de macacos, à medida que não há evidencia de circulação viral atual ou mesmo recente na área. "Os técnicos não encontraram animais mortos recentes ou mesmo doentes. Todo esclarecimento foi dado a população local pela equipe técnica tais como, a continuidade do alerta para mortes de macacos, a vigilância de casos suspeitos em humanos e, principalmente, a ampliação da vacinação contra febre amarela, eliminando-se desta forma, qualquer possibilidade de ocorrência da doença na população", esclarece.

Bernardino reforça que este fato revela a importância do monitoramento da vigilância a nível de Estado e nos municípios, com a finalidade de atuar de forma preventiva, rápida e oportuna. "O evento em Novo Aripuanã proporcionou a ampliação de cobertura vacinal de febre amarela no Amazonas e reforçou a necessidade de vigilância de casos da doença em humanos e primatas, importantes pilares para se evitar qualquer situação que saia da normalidade", diz.

Integração
A FVS, em conjunto com as vigilâncias municipais, continuará com o monitoramento e, em casos suspeitos, intervirão de forma imediata para esclarecer os fatos e tomar as medidas preconizadas pelo Ministério da Saúde de forma oportuna para manter a saúde da população.


Foto: Reprodução/Rede Amazônica
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