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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Após intervenção de Arthur Neto e Marcos Rotta, Sindicato dos Rodoviários adia greve


Após mais de três horas de reunião, com a intermediação do prefeito Arthur Virgílio Neto e do vice-prefeito Marcos Rotta, os representantes do Sindicato dos Rodoviários decidiram adiar por 24h a paralisação marcada para esta quarta-feira (21/06), em busca de um acordo em torno de reivindicações dos trabalhadores.
 
A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) deverá entregar cálculos com o impacto, no sistema de transporte coletivo, dos possíveis acordos.
 
Prefeito e vice também exigiram, durante a reunião de hoje, prazos para a entrega dos ônibus novos. De um total de 300 prometidos até o final do ano, até agora os empresários entregaram apenas 40 veículos.
 
O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir Oliveira, e o irmão dele, o vereador Jaildo dos Rodoviários, decidiram aceitar a proposta de novo encontro na noite de quarta e cancelaram a paralisação que estava marcada para a manhã desta quarta-feira. Uma decisão judicial, anunciada mais cedo, já havia determinado multa de R$ 60 mil/hora, caso a paralisação acontecesse.
 
Os trabalhadores querem uma solução para a data-base da categoria, para o dissídio 2016/2017, que é dia 1º de maio. O acordo prévio, discutido ao longo deste primeiro semestre, estabelece que novo reajuste salarial será concedido apenas depois de janeiro de 2018. Os trabalhadores, porém, reivindicam outras cláusulas trabalhistas e a assinatura pelo Sinetram do "comum acordo", documento pelo qual as duas partes transformam o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 11ª Região numa espécie de tribunal arbitral, ou seja, da decisão que for tomada no dissídio coletivo não caberá recurso por nenhuma das partes.
 
O julgamento do dissídio coletivo 2015/2016, devido a uma série de recursos, foi parar no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Só houve acordo, suspendendo o litígio, graças à interferência de Arthur e Rotta. Os trabalhadores ganharam reajuste salarial de 10%, pagos desde março deste ano.

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