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terça-feira, 13 de junho de 2017

Cantor Júnior foi assassinado por engano e polícia conta detalhes

Foto: Divulgação
A polícia apresentou na manhã de hoje, (13), Kaison Rodrigo Pena da Silva, 23; Ozivan dos Santos de Oliveira, 31; e Henrique Silva da Silva, 22, vulgo Kinho, por envolvimento na morte do cantor Melvino de Jesus Júnior, 42, em abril deste ano no município de Codajás.
 
De acordo com a polícia, Henrique Silva da Silva, o Kinho, também está envolvido na morte do PM Paulo Portilho, segundo o delegado Kinho confirmou que participou ativamente da morte do soldado.
 
Kinho foi preso na última segunda-feira (12) em uma embarcação fugindo para Coari. Já Kaison foi preso no sábado (10) no bairro João Paulo, zona Leste e Ozivan foi preso no município de Codajás onde ocorreu a execução.
 
De acordo com o delegado Rafael Campos, existiam vários boatos sobre a morte de Júnior, mas durante as investigações foi descartado envolvimento da vítima com tráfico e com mulheres. 
 
 
O crime
De acordo com testemunhas, o cantor chegava a um hotel quando foi abordado por um homem armado, que atirou e fugiu sem ser identificado. O cantor morreu no local. Outras três pessoas foram baleadas.
 
Melvino também foi intérprete na banda "Os Embaixadores", era conhecido pelo público por cantar ritmos como swinguera e axé. Além de músico, ele também atuava como dentista em Manaus.
 
Segundo Juan Valério, o cantor foi confundido pelo atirador com um traficante de Coari, vulgo "Vitão" e morto por engano. Vitão é traficante que domina Coari e estava entrando no comércio do tráfico de Codajás. Por isso, Evenilson de Oliveira Ferreira, o Mistério, e Marcos Ribeiro Ramos, o Marquinho, teriam que matar “Vitão” para dominar o tráfico. Como ambos os traficantes são conhecidos não poderiam participar ativamente do crime contratando então Josinei Oliveira Lavareda, o Dentinho, para ele encontrar outras duas pessoas para realizar o homicídio. Ele, então, contratou Henrique e o Fábio Barbosa de Souza, o índio (procurado por participar da morte do PM Portilho em Manaus). Kaison e Vanzinho deram apoio escondendo armas e escolhendo casa para os envolvidos.

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