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O Festival é do povo e o povo que deve ser o centro das atenções, afirma Davi Almeida


Ao valorizar as ações de segurança e de enfrentamento à violência e ao abuso sexual em Parintins, o governador Davi Almeida sinalizou que a maior festa do folclore popular amazonense deve prestigiar quem faz a festa. “O Festival nasceu da vontade popular e ó povo que deve ser o centro das atenções. O papel do governo é cuidar para que seja um festa segura e que todos se sintam muito bem durante o festival”, afirmou o governador.

O governo do estado investiu R$ 2,5 milhões, que já estavam previstos pelo ex-governador José Melo, e mais R$ 2,5 da Coca-Cola. O Festival de Parintins é a maior festa do folclore popular e deve, na avaliação de Davi Almeida, tomar o seu espaço no cenário nacional e internacional. “Temos que fomentar o crescimento do festival, beneficiar os seus artistas e criar condições para que os Bois recebam mais financiamento para que a festa cresça a cada ano”.

Há uma semana, os pontos de grande concentração de público e as principais áreas de entrada e saída de Parintins, como o aeroporto Júlio Belém e a orla do município, estão recebendo ações intensivas da Campanha de Enfrentamento à Violência e ao Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes. O trabalho está sendo realizado pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) em parceria com órgãos estaduais e municipais.

A campanha visa orientar a população e os turistas do 52º Festival Folclórico de Parintins para o enfrentamento à prática de violência e abuso infantil. Nesta edição especial dedicada a Parintins, a ação tem como lema “Crianças e Adolescentes merecem Proteção - #garantaosdireitos e #caprichenoscuidados”.

Conscientização
A iniciativa dos órgãos que atuam na campanha é conscientizar a população e fazer abordagens socioeducativas, entregando folhetos com informações de como proceder para fazer denúncias, segundo informou a secretária de Assistência Social do Município, Zeila Márcia Carlos.
“É preciso reforçar para a população que a exploração sexual de crianças e adolescentes é crime e que precisa ser denunciado. A meta é prevenir que esse tipo de crime aconteça, por isso a conscientização”, ressaltou.

Orientações

O juiz Fábio Olinto, que integra a ação, informou que a entrada de crianças menores de 10 anos na arquibancada do Festival não é permitida. Segundo ele, serão feitas fiscalizações constantes nas três noites do Festival para coibir a entrada de crianças dessa faixa etária. Ele explicou que o acesso aos camarotes e arquibancada espacial de crianças menores de cinco anos é permitido, mas somente quando acompanhadas dos pais.
O juiz destacou que é necessário que os pais e responsáveis apresentem a documentação das crianças. “Os pais não têm o hábito de andarem com o documento de identidade dessas crianças. Isso é necessário para comprovar o grau de parentesco”, esclareceu.

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