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Amazonas e Roraima unificam serviço de defesa agropecuária em Jundiá

O Amazonas e Roraima unificaram o serviço de defesa agropecuário, tendo como foco o posto fixo de Vigilância Agropecuário, localizado em Jundiá, município de Rorainópolis (RR). O trabalho será desenvolvido através das Agências de Defesa Agropecuário e Florestal do Amazonas (Adaf), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) – e do Estado de Roraima (ADERR).
 
Para consolidar esta ação, a Adaf e ADERR, assim como as Superintendências do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) nos dois Estados vêm realizando ações conjuntas, visando redobrar os esforços de defesa agropecuária. A proposta desta parceria visa padronizar e unificar a fiscalização dos produtos de origem animal e vegetal em um só local.
 
Durante esta semana agentes agropecuários dos municípios de Manaus, Humaitá, Parintins, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva passaram por um treinamento em Jundiá, com o objetivo de capacitá-los para melhorar a vigilância nas barreiras com ênfase em defesa vegetal, animal, trânsito de agrotóxicos e, para emitir autorizações de trânsito, evitando assim que sejam transportados produtos contaminados, principalmente como a mosca da carambola.  Ao todo 23 servidores da Adaf e mais 30 servidores da ADERR participaram da capacitação.
 
Ação preventiva - De acordo com o gerente de defesa vegetal Luiz Fernando, essa barreira conjunta entre as agências funcionando no território de Roraima, no Posto de Jundiá, além de duplicar a força do trabalho dos fiscais, ela se torna uma ação preventiva no serviço de defesa agropecuária nos dois Estados. O posto da Barreira de Vigilância em Presidente Figueiredo na BR 174/KM 126 unificou-se com o posto de Jundiá.
 
“A ação vem evitar a disseminação da praga. Por exemplo, se eu tenho uma carga que pode entrar contaminada no Estado do Amazonas, nós atuando, pontualmente, em Jundiá, essa carga será rechaçada, ou destruída lá dentro do território. Com isso, nós protegemos os investimentos dos nossos produtores, pois com a entrada dessa praga ela pode permitir prejuízos inculcáveis para o Amazonas”, comentou.
 
Prejuízos - A preocupação com a mosca-da-carambola está associada aos prejuízos que pode causar à produção de frutas hospedeiras, às restrições impostas pelos mercados consumidores, ás implicações de medidas de controle e aos impactos econômicos e sociais do aparecimento e disseminação dessa praga.
 
Segundo o diretor presidente da Adaf, Hamilton Casara, essa integração simboliza o serviço de prevenção e controle das agências. O Governo do Amazonas através da agência de defesa está intensificando essa parceria para resguardar o interesse, o patrimônio dos produtores rurais e qualidade dos produtos fornecidos para o cidadão amazonense. 
 
“Esse trabalho da prevenção e do controle e a integração é importante, principalmente essa relocação da Barreira para Jundiá. É um trabalho de vigilância que vai está acontecendo paralelamente com técnicos e pesquisadores para que o Amazonas esteja em alerta e se antecipando de possibilidades com essa praga ou doenças”, comentou.
 
Ação inédita - Para Guilherme Pessoa, superintendente do MAPA do Amazonas, a iniciativa da unificação da barreira é inédita no Brasil e vai fortalecer o serviço de defesa agropecuária estadual, regional e nacional. A barreira passou a funcionar em regime de plantão de 24 horas no posto de Jundiá nesta quarta-feira, 25.
 
“Essa unificação é inédita dentro do país. No passado, nós tínhamos uma barreira no estado do Amazonas e uma em Roraima. O recurso era passado para as duas barreiras e, a partir de agora, nós vamos minimizar aplicação desses recursos, otimizando esses recursos em uma só unidade operacional”, comentou.

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