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Ponto Final: empresário Barata Filho soube com antecedência que seria preso

O empresário Jacob Barata Filho, um dos principais nomes do setor de transporte do Rio de Janeiro, teve informações antecipadas das investigações sobre o pagamento de propina pela Fetranspor a autoridades do governo do Rio. De acordo com reportagem do Fantástico, da TV Globo, deste domingo (23), Barata Filho soube com antecedência que seria preso e, quando detido no dia 2 de julho no aeroporto do Galeão, estava apenas com passagem de ida para Portugal.
 
Uma escuta telefônica feita pela Polícia Federal com autorização da Justiça no dia da prisão mostra Barata Filho afirmando a um interlocutor que viajaria à noite com a sua filha. "Comprei ida, a volta deixa”, diz.
 
No momento de sua prisão, a PF encontrou uma pasta com papéis relativos à Operação Ponto Final, como uma lista de investigados e até a ordem judicial para quebra de sigilo bancário de suas empresas.
 
O Ministério Público Federal (MPF) e a PF classificaram como “grave” o vazamento das informações. Uma suspeita é que, por ser dono do Banco Guanabara, ele tenha tido acesso aos informes emitidos pelo Banco Central (BC) a outras instituições sobre o bloqueio. 

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