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SSP-AM divulga nota conjunta sobre o 'Caso Mutirão'

Sobre o caso do bairro Mutirão, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), a Polícia Militar (PMAM) e Polícia Civil (PCAM) informam as providências adotadas pelo Sistema de Segurança em relação ao caso:

- Desde a noite do ocorrido (16), mediante denúncia ao 190, a Polícia Militar enviou equipes ao local para acompanhamento da ocorrência. Na ocasião, foram confirmadas duas mortes por arma de fogo. Policiais militares da 27ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Força Tática e das Rondas Ostensivas Cândido Mariano  (Rocam) isolaram a área e reforçaram o policiamento.

Nesta segunda-feira e terça-feira, seguindo orientação do Comando Geral da Polícia Militar, toda área de extensão do bairro Mutirão recebe reforço de barreiras policiais, com viaturas, redutores de velocidade e pontos de relacionamento comunitário e visibilidade em locais estratégicos.

 - Ainda durante as diligências, equipes da perícia técnica realizaram os primeiros procedimentos para auxiliar as investigações.

- A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Homicidios e Sequestros (DEHS), abriu inquérito para apurar as mortes e os disparos de arma de fogo no local. As primeiras investigações da DEHS apontam para uma disputa territorial de tráfico, que envolve outras zonas da capital, e a Polícia já tem a identificação dos primeiros suspeitos.

Além da equipe da Delegacia Especializada em Homicidios e Sequestros, o trabalho é feito pela Seccional Norte e 27° Distrito Integrado de Polícia que estão atuando na captação de informações que levem aos autores e mandantes do crime.

- A SSP-AM destaca que o reforço policial se estende ao patrulhamento nas áreas comerciais, bancárias, escolares, bem como nas áreas públicas de entretenimento e lazer como praças e outros logradouros.

O secretário de Segurança, Sérgio Fontes, ressalta que não houve registro de ocorrências na segunda e terça-feira no local. "Houve um suposto toque de recolher pelo Whatsapp sem comprovação da polícia, mas as coisas passam muito pelo sentimento coletivo de pânico. Tivemos uma situação com vítimas, lamentavelmente, mas isso reflete o esfacelamento do crime organizado, e vamos ter que saber lidar com esse efeito colateral para não deixar esses crimes aconteçam na cidade", afirmou.

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