Casa Civil e Sinteam tratam sobre melhorias para os professores

Foto: Marinho Ramos/Semcom.
No início da tarde desta sexta-feira, 15/9, o secretário chefe da Casa Civil, Arthur Bisneto, recebeu na sede da prefeitura de Manaus, na avenida Brasil, Compensa, Zona Oeste, a comissão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), que solicitou a celeridade no pagamento da progressão salarial dos professores da rede municipal por tempo de serviço.

Arthur Bisneto destacou a forma como a reivindicação foi apresentada. “O Sinteam nos trouxe um reinvindicação justa. Eu pedi um tempo, até segunda-feira, para que a prefeitura se pronuncie, mas eu já adianto que a intenção da prefeitura é seguir com esse diálogo aberto”, destacou.

“A prefeitura quer professores com salários decentes, com carreiras crescentes e um ensino da nossa responsabilidade cada vez melhor. Eu parabenizo o presidente Marcus Libório, pela forma clara com a qual ele trouxe a reivindicação”, completou o secretário-chefe da Casa Civil.

Marcus Libório, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas, destacou que o abono não é um ganho real, e a progressão está ligada a carreira do professor. “A progressão é um ganho real porque é incorporado ao salário, não é uma medida política pontual. No que diz respeito à progressão, ela está ligada à carreira, que é a vida profissional do professor”, corroborou o Libório.

Conforme a secretária municipal de Educação, Kátia Schweickardt, mesmo em época de crise a Semed se manteve em uma crescente, valorizando os profissionais e sobre tudo dando tranquilidade para a cidade de Manaus que possui uma política educacional sólida.

“A gente vem mostrando isso verdadeiramente, garantindo o reajuste na data base desde 2014. Por determinação do Prefeito, atendemos um pleito muito antigo dos professores, corrigindo uma distorção que de fato precisávamos corrigir que não foi possível de ter sido feito antes por causa de toda a crise financeira que a gente enfrentou. Porém, a crise, fez com que a gente tivesse foco, meta, determinação e política pedagógica, para não deixar que a educação naufragasse apesar da crise”, disse.
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da Redação - Manaus/AM

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