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'Pessoas corriam cobertas de sangue', diz testemunha em metrô de Londres


Robyn Frost, um passageiro do trem do metrô de Londres onde aconteceu uma explosão, afirmou que "as pessoas corriam pela estação cobertas de sangue" e que "gente saía correndo e gritando tentando fugir".

Vários passageiros ficaram feridos com queimaduras no rosto após a explosão de um recipiente branco dentro de uma bolsa de supermercado em um trem da estação de metrô de Parsons Green, no sudoeste da capital britânica, segundo a imprensa local.

Testemunhas dos fatos relataram que as pessoas saíam do vagão chorando e gritando, em um corre-corre causado pela situação de pânico que aconteceu por volta das 8h21 (horário local, 4h21 em Brasília).

Richard Aylmer-Hall, de 53 anos, um dos passageiros, estava sentado no metrô quando começou a perceber a situação de pânico a seu redor.

Aylmer-Hall disse que viu várias pessoas feridas tentando fugir e muitas foram pisoteadas enquanto tentavam escapar da estação.

Uma mulher que estava de pé na plataforma enquanto os passageiros saíam do vagão do metrô declarou que "do outro lado do trem se via uma bola de fogo".

Ao tentar fugir de Parsons Green, muitos dos passageiros saíram com cortes e machucados, pelo que tiveram que ser atendidos pelos serviços de emergência.

Um outro passageiro disse a "BBC" que escutou "uma explosão muito forte" e quando olhou para atrás parecia haver uma bolsa queimada.

"Vi pessoas com lesões leves, queimaduras no rosto, braços, pernas, mas todos se ajudavam", acrescentou o homem.

Chris Wildish, que estava no trem, disse que viu um "dispositivo" no último trem e que o identificou como "um recipiente branco em uma bolsa branca de supermercado".

"As chamas ainda estavam saindo dele quando o vi e tinha um monte de fios saindo dele - só posso dizer que foi feito de propósito", acrescentou Wildish.

A Transport for London, que opera o metrô da capital britânica, pediu aos passageiros que utilizam a linha District Line que procurem um caminho alternativo para chegar a seu destino.


EFE

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