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Outubro passa, mas o ROSA continua - por Célia Lemos


É isso mesmo meninas, outubro está chegando ao fim, mas o ROSA continua, quando digo que o ROSA continua, é que nós mulheres não podemos deixar de nos prevenir, afinal, já dizia minha avó, ‘‘é melhor prevenir do que remediar.’’

Então, nós mulheres não podemos nos limitar ao mês de outubro e sim continuar a prevenção todos os meses do ano.

Em vários postos de saúde no país é feito o exame de mamografia e sem falar que nós podemos fazer o autoexame da mama, que é quando nós mulheres tocamos a nossa mama e sentimos se existe alguma diferença, um caroço, nódulo ou algo que nos dê desconforto.

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Esta campanha acontece com mais intensidade no mês de outubro e tem como símbolo o laço cor de rosa e o tratamento do câncer de mama tem índices de até 95% de cura, dizem os especialistas.

Vamos à história:
O movimento começou a surgir em 1990 na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, e desde então, promovida anualmente na cidade.

Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares do mundo inclusive no Brasil.

Outubro Rosa pretende reunir diversas ações relacionadas à conscientização e luta contra o câncer de mama.

O nome remete à cor do laço rosa que simboliza e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Novidades nas áreas de pesquisa reforçam que a prevenção e o diagnóstico precoce aumentam as chances de cura.

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, nos Estados Unidos, conseguiu descobrir, por exemplo, que um novo agente de contraste de imagem por ressonância magnética (IRM) é capaz de detectar o câncer de mama na fase inicial, além de distinguir se o tumor é agressivo ou de lento crescimento.

Muitos avanços que reforçam o sentimento de esperança das mulheres acometidas pela doença.

A Dra. Flávia Fairbanks, ginecologista e obstetra da Clínica FemCare, analisa que os sucessos dos altos índices de cura são devido ao diagnóstico precoce e avanços nos tratamentos.

“Hoje em dia, em todas as consultas, alertamos sobre a necessidade de mamografias anuais após os 40 anos, a importância do autoexame e, claro, o foco na qualidade de vida e cuidados com o corpo como um todo”.

A médica alerta que as mulheres precisam ficar atentas às possíveis desconfortos, alterações bruscas no contorno e aspectos das mamas, nódulos ou secreção mamilar, além de inchaço dos gânglios axilares ou perda de peso repentina.

Ao realizar o autoexame das mamas, idealmente no período pós-menstrual, as mulheres podem identificar alterações nas mamas.

A qualquer sinal de alteração ou dúvida orienta-se buscar a opinião de um especialista, pois somente a consulta completa, com exame físico direcionado, associada à mamografia (se for indicada) permite a detecção precoce e aumentam as taxas de cura.

A crença de que a ausência de herança genética deixa a mulher isenta do risco do câncer de mama, infelizmente, ainda é uma das maiores causas de atraso no diagnóstico, visto que somente 15% dos casos são transmitidos por mutações genéticas familiares. Sendo assim, “consultas periódicas e hábitos de vida saudáveis são as melhores prevenções para o câncer de mama.”, finaliza a Dra. Flávia.

Então meninas já sabem que o câncer de mama tem índice de 95% de cura, já sabemos que não podemos nos limitar ao mês de outubro e também sabemos que podemos nós mesmas fazer o autoexame. Você ainda não fez? Então faz agora mulher, vai lá diante do espelho, levanta um braço e toque a sua mama, descubra mais sobre o seu corpo e saiba logo, pois já sabe né, quanto mais cedo o diagnóstico, maior as chances de cura.

Então vamos todas juntas nessa causa, pois tenho certeza que você também esta nessa comigo. Vamos que Vamos.


Por Célia Lemos – Podóloga



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