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Agricultor de 75 anos desaparece e pode ter sido assassinado pelo seu caseiro


O agricultor José Lopes da Silva, de 75 anos de idade, desapareceu misteriosamente no dia 9 deste mês de novembro, da casa onde ele morava sozinho, na Comunidade do Rumo Certo situada no Km 165 da BR 174, em Presidente Figueiredo.

A polícia do município investiga o caso e existem indícios de que "Zequinha" como é mais conhecido na comunidade, pode ter sido vítima de latrocínio, como é classificado o roubo seguido de morte, porque com ele desapareceram também a sua canoa, motor de rabeta, dinheiro, roupas e outros objetos pessoais.

Depois que o desaparecimento do agricultor foi comunicado oficialmente, a polícia esteve na casa de "Zequinha" e encontrou manchas de sangue no chão e nas paredes, aumentando ainda mais a possibilidade de que houve um crime no local.

Um homem apelidado de "Negão" que havia sido contratado como caseiro a poucos dias, quando foi pedir emprego ao agricultor e estava trabalhando para ele, foi preso e nega envolvimento no possível latrocínio, mas foi visto gastando um bom dinheiro com bebedeira e festas, dias depois do desaparecimento de "Zequinha".

O delegado Valdinei Silva conseguiu o mandado de prisão temporária e mantém o suspeito preso na delegacia de Presidente Figueiredo, mas há informações que outros dois homens, contratados para realizar alguns serviços na casa do agricultor, também pode estar envolvidos no crime.

Um perito foi levado na Comunidade Rumo Certo e recolheu amostras do sangue encontrado na casa do agricultor e o delegado, aguarda o resultado do exame de DNA para confirmar se realmente é de "Zequinha", homem muito benquisto na localidade onde morava e seu desaparecimento, abalou todos os moradores.

As cinco filhas mulheres e dois filhos homens de "Zequnha" estão acompanhando de perto as investigações e na entrevista concedida por três filhas do agricultor, elas foram bastante sinceras em admitir que o pai pode estar morto.

Uma das filhas que se identificou como Marlinda diz que as buscas continuam e querem pelo menos encontraro corpo do pai para sepultá-lo com o respeito que ele sempre mereceu e asseverou também em nome da família, que espera que a polícia investigue o caso com mais agilidade e prenda os envolvidos no desaparecimento de seu pai.

Para os filhos do agricultor, esse caseiro conhecido como "Negão" que está preso e possivelmente, em parceria com os outros dois homens que estavam trabalhando para "Zequinha", em sua propriedade, estão todos envolvidos no que deve ter sido um latrocínio, planejado, frio e covarde com um homem de 75 anos que deu emprego a todos eles.

O inquérito policial continua em andamento na delegacia de Presidente Figueiredo, mas os filhos de "Zequinha", interessados na elucidação total sobre o desaparecimento do pai já procuraram até a Delegacia Geral da Polícia Civil, onde cobraram mais empenho na investigação.




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