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Blitz da Prefeitura intercepta descarte ilegal de resíduos


Uma nova blitz realizada pela Prefeitura de Manaus, de combate à formação de lixeiras viciadas e clandestinas, apreendeu dois caminhões carregados de resíduos sem certificação de origem e descarte e sem licença de transporte, nesta quinta-feira, 16/11. Desta vez, a operação aconteceu na Estrada do Brasileirinho (zona Leste), muito utilizada como rota de tráfego irregular e com vários pontos de lixeiras clandestinas.

A força-tarefa, que reuniu representantes das Secretarias Municipais de Limpeza Urbana (Semulsp), Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Manaustrans e Polícia Militar, abordou 18 carros, com aplicação de um Auto de Infração da Semmas e três notificações.

“Nossa meta é combater essa indústria clandestina de descarte ilegal. A intensificação no monitoramento e fiscalização desse transporte é uma determinação do prefeito Arthur Virgílio Neto, que já manifestou o desejo de acabar com essa prática, pelos riscos à saúde pública e ao meio ambiente, por exemplo”, enfatizou o subsecretário operacional da Semulsp, José Rebouças, coordenador da ação.

Um morador da rua Tucumã, uma das vicinais do Ramal do Brasileirinho, colaborou com a operação, revelando a localização de um dos maiores terrenos utilizados para incineração e aterramento de produtos irregulares. “Vimos constantemente caminhões e outros carros entrando nesses terrenos. Outro dia tivemos até um incêndio que durou quase 30 dias. A culpa disso acaba caindo em cima da comunidade que vive nessa área. Não queremos que nosso bairro seja conhecido como lixão. Mas, aqui faz fila de caminhão para despejar o lixo”, contou o morador, que pediu para não ter o nome mencionado.

Todas as informações colhidas durante a operação serão averiguadas e os órgãos competentes tomarão medidas legais cabíveis para cada caso. “Continuamos detectando que há muitas empresas que contratam terceirizados para dar destinação ao lixo. O que pedimos às empresas é que se certifiquem de que esses serviços estão devidamente autorizados e licenciados”, reforçou Rebouças, revelando que as ações de fiscalização continuarão acontecendo, principalmente, em locais que possuem histórico recente dessa atividade ilícita.

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