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Grito D'água chega a quinta edição com resultados expressivos no Lago Tarumã


O Grito D’água nasceu com o objetivo de, cada vez mais, tornar perene a “saúde” dos mananciais amazônicos. É a quinta vez que a ação de limpeza ocorre no Lago do Tarumã. Desta vez, no dia 25/11, a partir das 07h30 da manhã, com saída do Flutuante Abaré, que fica na margem direita do igarapé do Tarumã.

Regime dos rios e falta de consciência ambiental
Para o especialista em marketing ambiental e um dos coordenadores da ação, jornalista Agnaldo Oliveira Junior, a cheia e a vazante dos rios amazônicos trazem, sempre à tona, um grande problema, todos os anos.
“Toneladas de lixo, deixadas nos igarapés próximos de Manaus aparecem nas margens assim que os rios descem e na medida em que sobem também poluem outras áreas como marinas e flutuantes”, alertou Agnaldo.

Apoio Logístico
Os participantes, voluntários da ação, poderão ajudar na limpeza acessando o flutuante Abaré e de lá, lanchas seguirão para os locais da ação. Com a intenção de agregar valor ao evento com o esporte, serão disponibilizadas pela organização, pranchas de Stand Up Paddle (SUP).
“O que a gente pretende é, cada vez mais, tornar os rios e lagos amazônicos mais limpos e, consequentemente, perenes”, afirma o empresário Diogo Vasconcelos, um dos coordenadores do evento.

Ação
A ação é o resultado de uma união de esforços do Flutuante Abaré SUP e PONTOCOMM - Comunicação e Marketing e iniciativa privada. O Grito D’água é um dos eventos mais importantes de limpeza de igarapés ao redor da capital e é também o primeiro a unir esporte e consciência ambiental.

“A intenção é unir esforços para que, neste dia, possamos obter resultados importantes quando o assunto é engajamento e marketing ambiental. A ideia sempre é motivar as pessoas pela ação e um único retorno que é um futuro melhor para nossos filhos e netos”, conclui Oliveira Júnior.
(R)Evolução

Esta é a quinta edição do evento que tem engajado cada vez mais pessoas. Atualmente, cerca de 50 voluntários são presença contínua em todas as edições. Quanto ao que foi retirado, na primeira edição foi recolhida uma tonelada de lixo, no Grito D´água 2.0, também uma tonelada foi retirada das margens das ilhotas que se formam no Tarumã. Na terceira edição foram recolhidas duas toneladas e na quarta e última edição 600 quilos, em função da cheia dos rios. A perspectiva, desta vez, é recolher, pelo menos, três toneladas.

Organização inteligente
A inteligência do evento, composta por especialistas das duas realizadoras da ação, criou as duas ações. Uma, na cheia dos rios amazônicos, recolhendo o lixo da chamada mata de igapó e da copa das árvores que ficam parte encobertas pela água e outra na vazante, quando se formam ilhotas e faixas de areia que ficam com muito lixo.


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