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Saldo de empregos na construção civil do Amazonas fica estável em outubro


O saldo de empregos na construção civil do Amazonas ficou positivo em outubro, após dois meses seguidos de oscilação negativa. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês passado, o setor fez 744 contratações e demitiu 741 pessoas no Estado.

Embora o saldo de empregos – ou seja, a diferença entre o número de admissões e desligamentos – tenha sido baixo, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (SINDUSCON-AM), Frank Souza, destaca que a geração de empregos no setor está estável. “Há um equilíbrio entre as conclusões de obras e o início de novos empreendimentos, tanto na esfera privada como na área de infraestrutura, que envolve obras públicas. Esses empreendimentos têm garantido a oferta de empregos”, ressalta.

A construção civil do Amazonas começou 2017 com o saldo de empregos no negativo. Em janeiro, foram 840 contratações e 1.331 desligamentos. Foi o pior resultado do ano para o setor no Amazonas, com -491 postos de trabalho. De acordo com o Caged, o saldo de empregos no setor se manteve negativo até o mês de maio, quando houve 859 contrações e 967 demissões.

O número de admissões superou o número de demissões nos meses de junho, julho e outubro. Juntos, os meses de junho e julho somaram 1.983 novas contrações e 1.463 desligamentos no Estado, neste ano.

Na avaliação do presidente do SINDUSCON-AM, a oscilação na geração de empregos no setor pode ser atribuída às mudanças na política e na economia. No entanto, Souza afirma que há perspectivas de reaquecimento do mercado imobiliário, o que pode resultar na geração de novos postos de trabalho na construção civil.

“Temos a reforma trabalhista que passou a vigorar, trazendo novas expectativas de contratação e maior segurança jurídica. Há um aumento na confiança do empresário e do consumidor na economia, as verbas do 13º começaram a circular, houve queda da inflação e redução das taxas de juros, e boas ofertas no mercado imobiliário nos mais diversos bairros de Manaus. Esses fatores têm, gradualmente, trazido melhorias ao setor”, destaca o presidente do Sindicato.




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