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Trump falta à sessão plenária da Asean, mas diz que turnê asiática foi um sucesso


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não compareceu à sessão plenária da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean, na sigla em inglês) em Manila nesta terça-feira por causa de atrasos na programação, mas disse que sua turnê à região foi um sucesso.

Ele disse a repórteres a bordo do Air Force One, o avião presidencial, que leu seu discurso preparado durante o almoço ao invés de apresentá-lo na reunião da cúpula. O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, compareceria à sessão plenária em seu lugar, disse uma autoridade de alto escalão da Casa Branca.

Trump afirmou que sua excursão resultou em ao menos 300 bilhões de dólares, possivelmente o triplo deste valor, em acordos sendo acertados, mas não deu detalhes.

"Explicamos que os Estados Unidos estão abertos para o comércio, mas que queremos um comércio recíproco, justo para os Estados Unidos", disse.

O comércio e a preocupação com o possível protecionismo da agenda "América Primeiro" de Trump vieram à tona durante sua visita à região, que incluiu paradas no Japão, Coreia do Sul, China e Vietnã e terminou nas Filipinas.

Mais cedo nesta terça-feira, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, abordou o sofrimento dos refugiados rohingyas e as execuções extrajudiciais filipinas na cúpula, questões de direitos humanos delicadas que foram evitadas por quase todos os outros.

Trump não pressionou o presidente Rodrigo Duterte, nos bastidores da reunião de cúpula de segunda-feira, sobre a sangrenta guerra às drogas nas Filipinas.

Um comunicado conjunto emitido após a reunião informou que os dois lados "ressaltaram que os direitos humanos e a dignidade da vida humana são essenciais, e concordaram em continuar destacando a agenda dos direitos humanos em seus programas nacionais".

Mas Trudeau disse que, durante a conversa com Duterte, "mencionou os direitos humanos, o Estado de Direito e especificamente as execuções extrajudiciais como sendo temaa que preocupam o Canadá".

Mais de 3.900 traficantes e usuários morreram na guerra às drogas declarada por Duterte quando tomou posse no ano passado. Seu governo afirma que a polícia age em legítima defesa, mas críticos denunciam execuções sem prestações de conta.



Fonte: Terra



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