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Equipe de farmácia atua para garantir segurança do paciente


A atuação diária de farmacêuticos próximo aos leitos é umas das ações do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) da Zona Norte para garantir, além da terapia mais adequada para o reestabelecimento da saúde, a segurança de seus pacientes. Nos últimos três meses, a equipe de farmácia esteve junto aos leitos dos pacientes do Centro Cirúrgico mais de 2,3 mil vezes. Quando se faz uso de fármacos, há detalhes que devem ser observados para tentar evitar, por exemplo, reações adversas como vômitos, náuseas, dor de cabeça, manchas na pele, coceiras e outros danos à saúde. Por isso, diariamente os farmacêuticos estão em contato com o paciente.

Certas vezes, para eficiência do tratamento algumas reações são inevitáveis, mas há casos em que se pode ajustar a medicação para evita-las. O farmacêutico atua como elo entre pacientes e médicos. Esse contato diário com o paciente ocorre no HPS da Zona Norte desde o primeiro ano de funcionamento da unidade, em 2014. O Zona Norte é uma unidade da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed).

A visita da equipe de Farmácia é realizada desde a admissão. “Assim que o paciente é admitido, a equipe é acionada e vai até ele para saber se faz uso de algum medicamento por conta do tratamento de doença crônica. A prescrição dos medicamentos do tratamento no HPS da Zona Norte e daqueles medicamentos que o paciente faz uso em casa são avaliadas. Com essas informações, o hospital consegue evitar a interação entre os medicamentos e outras complicações”, disse a coordenadora de Farmácia, Flávia Rochelle.

As interações medicamentosas são as reações causadas pela combinação de medicamentos ou quando medicamentos são administrados juntamente com determinado alimento ou bebida. Embora em alguns casos os efeitos de medicamentos combinados sejam benéficos, é comum que as interações medicamentosas sejam prejudiciais.

“O médico prescreve as medicações para o tratamento do paciente e, para a melhora da terapia medicamentosa, é muito importante que o farmacêutico faça à análise da prescrição médica, anamnese farmacológica, monitoração terapêutica, participação nas decisões do plano terapêutico, incentivo a prescrição de medicamentos padronizados e avaliação contínua da atenção farmacêutica prestada aos pacientes”, explicou Flávia.

“Nesse contato com a equipe de farmácia o paciente pode relatar que, de repente, teve náuseas recorrentes em um horário. Fazemos uma avaliação criteriosa para saber se tem relação com algum medicamento que ele está fazendo uso naquele horário. Ao observar a possibilidade de qualquer complicação, os farmacêuticos entram em contato com os médicos para ajustar a prescrição”, contou.

O mesmo cuidado que se tem na internação, o paciente deve levar para a casa quando necessário dar continuidade ao tratamento. Por isso, o HPS da Zona Norte realiza a alta farmacêutica. Cessar o tratamento por conta própria, não respeitar os horários estabelecidos para ingerir os medicamentos e tomar quantidade acima do prescrito pelo médico são alguns erros cometidos e que a alta farmacêutica busca evitar.

“A alta farmacêutica é o momento em que os profissionais orientam o paciente para que ele vá para casa sem dúvidas sobre a prescrição dos medicamentos que recebeu e possa dar continuidade correta ao tratamento”, disse Flávia.

“Todas a minhas dúvidas foram esclarecidas. Hoje minha filha recebeu alta e vieram me explicar como continuar o tratamento em casa, porque a frequência que ela tomava os remédios no hospital será diferente em casa. Me senti muito bem cuidada”, disse Kelly Cristina, mãe de Fernanda Pinheiro que esteve internada no HPS.

“Essa atenção a gente percebe em todos os setores, médicos, nutricionistas e fisioterapeutas, por exemplo. Muito bom sair do hospital sem dúvidas”, disse Wallyson Souza, pai de Ana Vitória de um ano, que esteve internada na unidade.



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