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Requerimento de autoria da vereadora Joana D'arc é derrubado no Plenário Municipal


O Requerimento nº. 3406/2017 de autoria da vereadora Joana D'arc Protetora dos Animais (PR), que convoca o superintendente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) para prestar esclarecimentos acerca das apreensões dos veículos de motoristas do serviço Uber, teve parecer contrário na manhã desta terça-feira (19), no plenário da Câmara Municipal, e teve votos favoráveis apenas dos vereadores Chico Preto (PMN), Plínio Valério (PSDB), Mauro Teixeira (PODE), Marcelo Serafim (PSB) e Joana D'arc (PR).

De acordo com a vereadora, o objetivo do requerimento, além de proporcionar esclarecimentos à população acerca das apreensões, é também promover o diálogo juntamente com a câmara, prefeitura, SMTU, representantes dos taxistas, aplicativos e a população, no sentido de encontrar também uma solução para a regulamentação do Uber.

"Eu lembro que foi o primeiro tema a ser tratado na Câmara Municipal, nós fizemos audiência públicas, mas a população, seja a pessoa que depende do aplicativo para trabalhar, seja o usuário, está sendo prejudicada porque não conseguimos dar uma resposta", declarou a parlamentar.

A vereadora enfatizou que a regulamentação do Uber e outros aplicativos pode ser feita pela Prefeitura de Manaus, como uma solução para a falha que tem na mobilidade urbana da cidade.

A parlamentar ressaltou que não entende por quais motivos o requerimento foi derrubado. "Iniciamos um ano falando de Uber, os primeiros pronunciamentos, projetos e indicações foram sobre esse tema.

É algo que já faz parte da vida das pessoas na nossa cidade que não dispõe de mobilidade urbana, não tem opções, e quem sofre é sempre o povo. Eu fiz minha parte para encerramento do ano com uma solução, infelizmente o requerimento foi derrubado e não será possível trazer o superintendente da SMTU aqui, mas estou fazendo a minha parte, estou pedindo, mas existem situações que realmente não passam aqui na câmara, o prefeito pode perfeitamente regulamentar essa situação a âmbito federal. Se depois vier uma legislação acima, que disponha em sentido contrário ao que foi regulamentado na nossa cidade, que seja feita as adequações necessárias", frisou.



Foto: Robervaldo Rocha - DIRCOM/CMM



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