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Semsa capacita agentes para diagnóstico de infestação nos bairros de Manaus

Foto: José Nildo / Semsa
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) iniciou nesta quarta-feira, 10/1, a capacitação de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Controle de Endemias (ACE) para identificar os criadouros do mosquito Aedes Aegypti nos domicílios dos bairros de Manaus. O treinamento, que acontece em todos os Distritos de Saúde (Disas), irá prepara-los para a realização do Primeiro Diagnóstico do Aedes em 2018 a ser realizado, em Manaus, no período de 17 a 31 de janeiro.

O diagnóstico será realizado em todo o país e o resultado será o guia para a realização de ações de controle e/ou prevenção das doenças transmitidas pelo mosquito: dengue, zika e febre chikungunya.

No Distrito de Saúde Norte (Disa Norte), a capacitação aconteceu nesta quarta-feira. As aulas foram ministradas pela chefe do Núcleo de Controle da Dengue, Ruth Oliveira, na sede do Disa Norte, na Cidade Nova.

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi, explica que o período escolhido para realizar a pesquisa foi pensado de forma sazonal. “As épocas de chuva acabam transformando os depósitos de água nas residências em ambientes propícios para o mosquito deixar seus ovos. Nossa intenção é identificar antecipadamente os bairros que possam ter o maior quantitativo desses ambientes vulneráveis, para que os agentes possam visitar de 20% a 50% dos domicílios nos dez bairros da zona norte da capital”, informa Magaldi.

O Aedes é um mosquito considerado doméstico, de vida urbana, podendo ser facilmente encontrado em áreas de grande concentração populacional. Responsável por transmitir a dengue, o zika vírus e a febre chikungunya, o controle de ambientes propícios ao desenvolvimento do mosquito é de extrema necessidade.

O diagnóstico tem como objetivo levar à população o conhecimento necessário para identificar os criadouros do mosquito, prevenindo a proliferação das larvas. “Os agentes, junto com os moradores da residência, realizam a identificação dos depósitos de água, em seguida observam se existe a presença da larva do mosquito. Caso haja, é realizada a coleta das amostras, que são encaminhadas a um laboratório, onde é feita a análise do material” explica a chefe do Setor de Endemias do Disa Norte, Tânia Mara de Souza.



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