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Consórcio Amazônia faz trabalho educativo no centro da cidade

Equipamento de alta tecnologia instalado em cada uma das vagas
O Consórcio Amazônia, concessionária do sistema rotativo Zona Azul, está fazendo um trabalho educativo no centro da cidade, explicando o funcionamento do serviço e também chamando a atenção da população para a importância de preservar o patrimônio público. A empresa tem constatado a retirada ou depredação de alguns sensores de monitoramento, equipamento de alta tecnologia instalado em cada uma das vagas, além da destruição e avarias em algumas placas de sinalização e sobreposição de tinta na numeração das vagas.

O Código Penal Brasileiro, no artigo 163, considera crime inutilizar ou deteriorar o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista. A pena é de detenção de seis a três anos e multa.

O diretor de operações do Consórcio Amazônia, Guilherme Ruiz, acredita que, com as atividades educativas, haja maior conscientização por parte da população. “O monitoramento por câmeras existente no centro da cidade irá contribuir para a identificação dos responsáveis e adequada punição por este tipo de delito”, disse.

Ruiz destacou que a população pode ajudar, denunciando o ato. “É preciso que haja consciência de que a destruição do patrimônio público acarreta prejuízos para todos”, frisou. Segundo ele, o sistema rotativo é um benefício para toda a cidade, democratizando o uso do espaço comum e, com isso, contribuindo com a organização do estacionamento público. Com o funcionamento do Zona Azul, disse ele, o tráfego de veículos na região central de Manaus irá mudar consideravelmente. Ele ressalta o apoio que o sistema vem recebendo da grande maioria da população. “Isso nos estimula a seguir investindo o que for necessário, para que seja instalada em Manaus a melhor tecnologia disponível no mercado”, afirmou.

Guilherme diz ainda que, recentemente, várias vagas foram pintadas por populares, para demarcar espaços para estacionamento de motos. Ele explica que a responsabilidade de estabelecer as áreas que serão utilizadas pelo sistema, assim como para carga e descarga de mercadorias e para o estacionamento de motocicletas é do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans).

O estacionamento rotativo Zona Azul foi lançado pelo Consórcio Amazônia e pela Prefeitura de Manaus no dia 17 de janeiro, atuando por enquanto em caráter educativo, sem cobrança de taxa, apenas com orientação à população.

O sistema conta com 1.500 vagas. As vagas de estacionamento estão disponíveis na avenida Eduardo Ribeiro e nas ruas 10 de Julho, Barroso, Henrique Martins, Rui Barbosa, 24 de Maio, Costa Azevedo, Marçal, Dona Libânia, Monsenhor Coutinho, Tapajós, Lobo D’Almada, Joaquim Sarmento, José Clemente, Ramos Ferreira, Frei Lourenço e Ferreira Pena.


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