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Deputada quer recursos do Fundeb para todos os trabalhadores da Educação


Distribuir as sobras dos recursos disponíveis no Fundeb para todos os profissionais da Educação, como técnicos administrativos, merendeiras (os), vigias, serviços gerais e outros. Essa foi uma das sugestões da deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) para as negociações que tratam do abono do fundo e da reposição salarial de professores e pedagogos da rede estadual de ensino.

Em seu pronunciamento nesta terça-feira (6), na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a deputada informou que está enviando ofício à Seduc no qual pede que sejam retomadas imediatamente as negociações sobre a data-base dos trabalhadores da Educação. 

“A prioridade é a data-base da Educação que já acumula perdas de, no mínimo, 30%. E que nessa discussão salarial não sejam discutidas apenas as questões do professores e pedagogos, mas temos que se lembrar dos técnicos administrativos e das outras áreas da Educação. Uma escola não funciona sem os auxiliares, sem os merendeiros e sem as merendeiras”, disse Alessandra.

Na avaliação de Alessandra, a lei do Fundeb não proíbe que as sobras do fundo sejam distribuídas com objetivo de beneficiar outros profissionais da Educação. 

“Quero colocar em discussão nessa Casa Legislativa que a gente inclua os demais servidores da Educação no abono do Fundeb no âmbito do Estado e dos municípios. Os merendeiros e merendeiras são excluídos e esquecidos em todas as discussões de reajustes salariais e benefícios na pauta da Educação”, enfatizou Alessandra.



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