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Semsa acolhe novos Residentes em Medicina de Família e Comunidade

Foto: Marinho Ramos/Semcom
Nove médicos residentes aprovados para especialização em Medicina de Família e Comunidade foram recebidos na tarde de quarta-feira, 11/4, pela Prefeitura de Manaus, no auditório da Escola de Serviços Públicos e Inclusão Socioeducacional (ESPI). Esta é a sétima turma e a especialização tem duração de dois anos.

A Residência em Medicina de Família e Comunidade faz parte das ações de integração ‘ensino-serviço-comunidade’ da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que tem como objetivo oportunizar espaço de vivência e formação dos profissionais e contribuir para a melhoria da qualidade da atenção à saúde individual e coletiva.

Os residentes são inseridos em equipes da Estratégia Saúde da Família e em unidades qualificadas para desenvolvimento de atividades de integração, como a Unidade Básica de Saúde (UBS) Enfermeira Ivone Lima dos Santos (Distrito Leste), UBS Nilton Lins (Distrito Sul) e UBS Luiz Montenegro (Distrito Sul).

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi, destacou a importância do projeto para melhoria no atendimento nas UBSs. “O atendimento de qualidade, humanizado ao cidadão, quando ele chega a uma UBS, é o maior legado do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade para a população da cidade de Manaus”, disse.

O coordenador da Comissão de Residência Médica da Semsa (Coreme), o médico Mauro Magaldi, falou sobre o foco no trabalho do médico no Programa. “A residência prepara o profissional para atuar em nível de atenção primaria, que é o foco principal da Semsa, o preparando para uma abordagem mais integral, tendo a pessoa como foco principal no atendimento”, reforçou.

O novo médico residente da sétima turma, Alexsandro Costa, utilizou o lema da residência para expressar seu objetivo quando começar a especialização. “Nós não trabalhamos doenças, trabalhamos pessoas, tratando os problemas dessas pessoas, não apenas receitando remédios, mas acolhendo e apoiando, sendo o porto seguro para o cidadão no momento que ele mais precisar”, enfatizou.

Histórico
O projeto da residência de Medicina de Família e Comunidade da Semsa iniciou em 2010 com o matriciamento feito pela PUC do Paraná. Em março de 2012 iniciou suas atividades, após aprovação pela Comissão Nacional de Residência Médica, com oito vagas credenciadas, sendo a bolsa do residente subsidiada pelo Ministério da Saúde, através do Pró-Residência.

Em 2015, houve um aumento do número de vagas credenciadas, passando para 12 vagas e de 2012 até o momento, o Programa de Residência já formou 20 médicos de Família e Comunidade.

Atualmente conta com 14 residentes, sendo 09 R1 (primeiro ano de residência), 05 R2 (segundo ano de residência) e 11 preceptores diretos (professores), especialistas em Medicina de Família e Comunidade. A duração é de dois anos.



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