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Pressionado, Amazonino anula decreto 'imoral' que concedia abono aos secretários


Para evitar mais desgaste em sua já arranhada imagem, o governador Amazonino Mendes voltou atrás e, por meio da Secretaria de Comunicação Social emitiu nota informando que revogou o decreto que concedia o abono de R$ 14 mil aos secretários de Estado e, consequentemente, aumentava os vencimentos do secretariado para R$ 27,5 mil.

O abono se não era ilegal, era no mínimo imoral, pois contraria o discurso de que o Estado “não tem dinheiro” para conceder os reajustes necessários para o bom funcionamento do Estado.

AspromSindical
O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (AspromSindical) emitiu uma nota de repúdio, na tarde da última terça-feira (10), onde critica o acréscimo de 100% sobre os salários dos secretários, mesmo tendo se negado a conceder o reajuste salarial de 35% aos professores da rede pública estadual. Amazonino é acusado pelo AspromSindical de ser o causador do maior caos na educação pública do nosso Estado.

Leia a nota na íntegra
O Governo do Amazonas informa que revogou o Decreto 38.853, de 9 de abril de 2018, que concedia abono aos secretários de Estado, que estão há dez anos sem reajuste salarial, uma defasagem reconhecida pelo governador Amazonino Mendes.

Em razão da dúvida técnica sobre a concessão em forma de abono, a Procuradoria Geral do Estado orientou pela revogação do decreto.


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