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'Nanico digital', Alckmin manterá polêmica com Bolsonaro para crescer


A campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB) pretende manter o embate com Jair Bolsonaro (PSL) depois de observar maior tráfego nas redes sociais do tucano desde que passou a polemizar com o deputado na semana passada.

A intenção é forçar algum crescimento do tucano, hoje empacado nas pesquisas de intenção de voto, por meio de polêmicas e rixas públicas com o deputado federal, um adversário considerado não desprezível pela campanha do PSDB.

A equipe de Alckmin calculou que o alcance das ações de internet dele se multiplicou em média quatro vezes na semana passada, em termos de engajamento (reações e comentários), alcance e visualizações.

Os seguidores de Alckmin agora somam 990 mil no Twitter, 920 mil no Facebook e 107 mil no Instagram. Apesar do leve crescimento aferido por sua equipe, o tucano ainda é quase um nanico digital perto de Bolsonaro.

Dos presidenciáveis o mais popular nas redes, o ex-capitão do Exército tem quase 5,4 milhões de seguidores no Facebook, 1,2 milhão no Twitter, e 1,1 milhão no Instagram.

O aumento de visibilidade de Alckmin na internet, porém, amplificou a gafe cometida pela equipe de Alckmin na semana passada.

Depois de postar no Facebook "Jogo é jogo. Treino é treino", na ordem inversa à que em geral a frase é dita no universo futebolístico, alguém usou o próprio perfil oficial do pré-candidato para comentar.

"Isso aí, Geraldo, muito bom. Bolsonaro nunca entrou em campo e vem querer cantar de galo", disse Alckmin para ele mesmo. O comentário viralizou. Segundo a campanha, foi uma montagem.

A ideia, que acabou totalmente ofuscada pela gafe, era rebater declaração de Bolsonaro, que disse que Alckmin perdia para ele inclusive "jogando em casa", ou seja, em São Paulo, onde ambos estão tecnicamente empatados, segundo o Datafolha de abril. Com informações da Folhapress.



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