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Wilker Barreto critica inércia e falta de política fiscal do governo federal

Foto: Robervaldo Rocha - Dircom/CMM
O presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Wilker Barreto (PHS), considerou lenta e desastrosa a forma com que o governo federal atuou diante das mobilizações de caminhoneiros nas rodovias federais do país e disse ser favorável aos protestos.

“Não tenho como ser contra esse movimento. Sou contra os excessos que colocam em risco vidas. Mas o que critico mesmo é a forma desastrosa e descoordenada que o governo federal agiu ao ser lento na identificação do antes e no agir durante o ocorrido. Fica o alerta para a inércia e inoperância que levou o Brasil ao colapso”, disse.

Barreto reforçou, ainda, sua revolta com o diário prejuízo que o povo brasileiro tem tido para fechar as contas da Petrobras. “Hoje ouvi que as concessões do governo, com a redução de impostos, darão rombo de R$10 milhões. E o povo brasileiro que estava fechando as contas da Petrobras há anos? Não conta como rombo também?”, criticou.

Para Barreto, o Brasil precisa urgentemente de política fiscal. “É fácil ser superavitário com a cobrança de inúmeros impostos. Quero ver não depender das receitas dos impostos inseridas no combustível, cortando gordura. O que revolta o brasileiro é ver que essa mesma Petrobras vende combustível para países vizinhos e eles conseguem ser até 100% mais barato que o Brasil. O governo tem que fazer seu dever de casa”, disse.

O parlamentar reforça, ainda, seu apoio ao motivo anunciado pelos caminhoneiros para o protesto. “Tirando os excessos, a atitude dos caminhoneiros foi correta. Não dá pra operar com combustível a R$5. Que o governo federal faça seu dever de casa. Que o país possa de forma perene desonerar os combustíveis”.



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