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Cão passa mal em voo e precisa usar máscara de oxigênio


É bem perigoso viajar com o seu animal de estimação em um avião. Foi algo que Michelle Burt soube de uma maneira bem cruel. Em um voo da JetBlue da Flórida para Massachusetts, seu bulldog francês começou a demonstrar desconforto enquanto o avião estava no ar. Pouco depois, a língua do cão estava azul e Michelle sabia que havia um problema. Só que a tripulação conseguiu salvar o bichinho, chamado Darcy.

A língua azul era um sintoma aparente de hipoxia, uma condição causada pela falta de oxigênio no corpo. Devido ao focinho curto, os bulldogs franceses podem ser mais suscetíveis a problemas de respiração, então era bem provável que ele sofresse uma asfixia se não fosse a ação rápida dos tripulantes Renaud Spencer e Diane Asher da JetBlue.

O próprio Renaud tem um bulldog francês, então ele rapidamente deu a máscara de oxigênio para o cãozinho.

Depois de alguns minutos respirando a partir da máscara de oxigênio, Darcy voltou ao normal e sobreviveu ao voo. Uma amiga de Michelle, que aparentemente também é comissária de bordo, compartilhou a história no Facebook, que meio que pareceu uma publicação patrocinada pela companhia aérea:

Eu queria agradecer à JetBlue e ao Renaud e Diane por cumprirem com seu dever e por serem grandes seres humanos. Meu marido viaja frequentemente e agradecemos à JetBlue pela facilidade e conforto do espaço-extra, serviço de TV e aos ótimos funcionários com quem tivemos contato longo dos anos, mas agora temos outra razão para sermos gratos. Obrigado.

Espaço extra para as pernas, serviço de TV e recursos para salvar cachorrinhos. Wow!

Mas falando sério, apesar do tom do texto, foi bom ver que a companhia conseguiu salvar a vida do cãozinho. Este ano tem sido péssimo para os animais que tentaram viajar, especialmente nos voos operados pela United Airlines.

Você deve se lembrar que foi com a United que um outro bulldog francês morreu em março, depois que uma comissária de bordo ordenou que a passageira colocasse o animal no compartimento de bagagem. Ele acabou sendo sufocado. Na mesma semana, a United levou um cachorro ao Japão, em vez do Kansas, que era o seu destino. Alguns dias depois, a companhia redirecionou um voo porque um cachorro estava em um avião no qual não deveria estar.

A sequência de erros nos voos da United não parecem ser por acaso. Dos 24 animais que morreram em voos no ano passado, 18 deles estavam sob a responsabilidade da companhia.

Se viajar com o seu animal de estimação for extremamente necessário, pesquise bem sobre a companhia aérea e o tratamento que ela dá aos bichinhos.





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