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Calendário anual e captação de recursos são prioridades para a Sejel e federações

Em reunião com dirigentes das modalidades, olímpicas e não olímpicas, na sala de coletivas da Arena da Amazonia, a Secretaria de Estado da Juventude, Esportes e Lazer (Sejel) determinou a todos que recebem apoio da pasta a construção do calendário anual de atividades. “É importante para nos programarmos. Temos poucos recursos, porém novas estratégias. Uma delas é a captação de recursos. Para isso, precisamos do calendário, pois iremos capacitar esses gestores para que se tornem o mais independentes possível”, afirmou o titular da Sejel, Caio André.

Além dos dirigentes da Sejel, participaram da reunião, entre outros, os gestores das modalidades: handebol, futsal, basquete, vôlei, atletismo, luta livre, luta olímpica, jiu-jítsu, boxe, motovelocidade, levantamento de peso, judô, muay thai, tiro com arco e paradesporto, que inclui diversas modalidades em si. “Esse é um primeiro encontro, pois não podemos receber de um por um no gabinete. Algumas diretrizes foram traçadas, algumas metas estabelecidas e agora é trabalhar para executar”, disse Caio André.

Entre as principais reivindicações das federações estão as passagens aéreas e também a disponibilização da Arena Amadeu Teixeira para a realização dos eventos. Para ambas reivindicações, o secretário anunciou a elaboração, com a participação de todos o dirigentes, de um documento que regule e garanta a acessibilidade igualitária a todos. “A Sejel tinha dificuldades em diversas situações, mas nós vamos ser justos com todos porque todos vão participar da elaboração das regras. Vamos evoluir inclusive com a obrigatoriedade do calendário anual de atividades de todas as modalidades”, garantiu o secretário.

Capacitação de gestores -
Quanto às constantes dificuldades financeiras, uma das soluções seria a captação de recursos junto ao governo federal, possibilidade para todas as entidades, desde que as mesmas atendam aos critérios do Ministério dos Esportes e consigam seguir os ritos burocráticos. “Vamos capacitar os gestores a fazer o mesmo que a federação de Tiro com Arco fez, que, nesse sentido, é um exemplo para as demais. As modalidades precisam a andar com as próprias pernas e vamos nos esforçar para que isso ocorra”, frisou o titular da Sejel.

Para os que atenderam ao convite e compareceram à reunião, a iniciativa do novo gestor Caio André vem ao encontro dos anseios dos dirigentes, principalmente das modalidades não olímpicas, mas que desempenham importante papel social, visto a quantidade de jovens praticantes e os resultados obtidos. “Essa visão macro que o Caio André tem é importante porque valoriza o trabalho de todos e que dá oportunidades a todos e não apenas para alguns”, agradeceu Rildo Eros, da Federação de Jiu-Jitsu.


Fotos: Divulgação/SEJEL




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