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Lideranças indígenas apoiam Paulo Apurinã para a Fundação Estadual do Índio e dizem: "é o nome mais alinhado com o atual cenário político"

Dos nomes indicados para assumir a presidência da Fundação Estadual do Índio do Amazonas (FEI) o mais alinhado com o atual cenário político é o de Paulo Apurinã afirmam lideranças indígenas de várias etnias do Estado do Amazonas.

"Paulo tem nome e trabalho reconhecido por nós. Paulo nunca se uniu com as ONGs que tomaram de assalto a Causa Indígena como se os índios fossem objetos. Paulo foi fator principal para incluir os Povos Indígenas no Programa Minha Casa Minha Vida. Paulo tem formação técnica, cristã e militar e conhece a realidade das dificuldades que vivemos em nossas aldeias. Diferente de alguns indígenas que são ligados ao tráfico de drogas, de madeira e de minérios e que só pensam em viagens nacionais e internacionais regadas com gordas diárias que pagam os melhores hoteis mundo a fora Paulo Apurinã sempre viajou com recurso próprio ajudado por amigos. As ONGs são um câncer dentro da Causa Indígena e parte do Movimento Indígena precisa se libertar da doutrina que a esquerda pregou nesses últimos 30 anos.

A preocupação desses líderes indígenas ligados às ONGs e ao PT é de perder o protagonismo mas isso eles perderam quando incentivam a ocupação de prédios públicos, o fechamento de estrada estaduais e federais ao invés de buscar o diálogo e esses lideres estão de olhos é no orçamento de cerca de R$ 65 Milhões que a FEI terá em 2019", finalizam os Líderes Indígenas.

Procurado Paulo Apurinã citou a frase do rei Salomão "Tudo é vaidade " e continuou "Me sinto honrando por ter o nome e os trabalhos reconhecidos pela maioria dos parentes mas a escolha para presidência da FEI é do Governador do Amazonas, Wilson Lima, e ele nomeia quem ele desejar e claro que vou apoiar a decisão. Muitas Lideranças Indígenas tem me procurado eu estou aberto ao diálogo com todos pois no momento atual que vivemos no Brasil o diálogo deve prevalecer sempre até porque eu não vou usar de velhas práticas usadas como a de financiar a ocupação de prédio público para forçar uma nomeação. Se um dia eu for nomeado para algum cargo será por mérito e não por imposição. Minha luta é por aqueles que estão nas bases sofrendo por falta de políticas públicas de inclusão social e eu não tenho a vaidade de ser por ser, não tenho apego a passar bem comendo do bom e do melhor enquanto os parentes vivem mal nas aldeias ".




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