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Oito igarapés em várias zonas da cidade recebem trabalhos de dragagem e recuperação de leito

Oito igarapés, nas zonas Sul, Norte, Leste, Oeste e Centro-Sul da cidade, estão recebendo obras de dragagem e recuperação de leito. A meta é tornar a cidade cada vez mais resiliente, capaz de passar pelo período de chuvas intensas sem os alagamentos provocados pelo transbordamento dos igarapés, o que era muito comum em um passado recente de Manaus. Nesta sexta-feira, 1 de março, o prefeito em exercício Marcos Rotta e o secretário municipal de Infraestrutura (Seminf), Kelton Aguiar, acompanharam os trabalhos que estão sendo feitos em três áreas.

“As obras de dragagens são muito importantes. Demandam muitos recursos, equipamentos, horas de máquinas, mas é um trabalho essencial para que se melhore a vida das pessoas que moram às margens dos igarapés”, disse Rotta.

Na avenida Torquato Tapajós, zona Centro-Sul, as equipes continuam o trabalho de contenção, em rip-rap, de aproximadamente três metros de altura, após o trabalho de dragagem e de retirada das construções irregulares que haviam no local. Na primeira quinzena de fevereiro, após uma intensa chuva que atingiu mais de 80 milímetros, o igarapé dos Franceses transbordou e atingiu a base de uma passarela existente no local. Os trabalhos começaram imediatamente, com a retirada das estruturas construídas irregularmente e que estreitaram as margens do igarapé, a retirada de uma laje de concreto que desabou sobre o leito, drenagem para recuperação do leito e a construção de uma nova contenção, em ambas margens.

O prefeito em exercício também acompanhou as obras na comunidade Santa Cruz, Flores, onde está havendo a dragagem do leito do igarapé e de onde já foram retiradas, aproximadamente, 300 caçambas de areia. Parte dessa areia foi removida para a Seminf e será utilizada em obras de contenção, drenagem, entre outras. Outra parte está sendo utilizada para estabilizar o solo das margens.

Já na avenida das Flores, zona Norte, o trabalho é para drenar e recuperar o leito com drenagem em pranchas. Ou seja, os sedimentos retirados servem para estabilizar as margens e dar sustentação às máquinas que estão operando. “Aqui nós tivemos, primeiramente, que fazer a correção do leito do igarapé, porque existiam construções em cima, tivemos que recuar essas construções para que pudéssemos dar o igarapé o seu curso natural. É um trabalho muito respeitoso e responsável”, explicou Rotta.

Em toda a cidade, já foram mais de seis quilômetros de dragagem de igarapé e recuperação de leitos. Hoje, oito pontos estão recebendo os trabalhos, em várias zonas da cidade. ”O prefeito Arthur tem determinado que façamos essa dragagem nas várias zonas da cidade. São oito igarapés simultâneos. Além dos pontos que visitamos hoje estamos também no Fazendinha, no Valparaíso, dragando os vários pontos que identificamos com risco de alagamentos para fiquem sem problemas, sem casas alagadas”, disse o secretário de Infraestrutura, Kelton Aguiar.

O prefeito em exercício reforçou o apelo à população para que não jogue lixo nos igarapés. “Sempre estamos procurando sensibilizar a população para que não utilizem os nossos igarapés como depósito de lixo. Além de causar danos seríssimos ao meio ambiente são criados sérios transtornos tanto às pessoas quanto ao Poder Público, que dedica esforços e recursos para manter a limpeza dos nossos igarapés”, afirmou Rotta, lembrando que a Prefeitura de Manaus tem uma política clara, definida pelo prefeito Arthur Neto, que é dar continuidade às dragagens, drenagens, acabando com muitos pontos de alagamento na cidade. “A prefeitura vem fazendo a sua parte, mas é preciso sempre que a gente reforce esse chamamento à população”, advertiu.


Fotos: Alex Pazuello / Semcom




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