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Wilson Lima e Carlos Almeida acompanham abastecimento do João Lúcio e anunciam melhorias para a unidade

O governador Wilson Lima e o vice-governador e secretário estadual de saúde, Carlos Almeida, estiveram na manhã deste domingo (03/03) no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio e no Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Leste, ambos na zona leste de Manaus, onde conferiram o funcionamento das unidades, conforme o plano de ação adotado pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam) para o feriado prolongado do Carnaval.

Na visita ao João Lúcio, o governador identificou a necessidade de melhorar o abastecimento de insumos na unidade. Também determinou a recuperação do sistema de refrigeração da unidade, situação que Wilson Lima ressaltou que vai acompanhar de perto.

"Todo mundo sabe que recebemos um passivo muito grande na área de saúde. O João Lúcio é referência nessa área da cidade. Algumas situações foram constatadas, em especial o abastecimento de medicamentos que ainda precisa melhorar, e estamos trabalhando para garantir que não haja falta de itens essenciais. Detectei um problema no sistema de ar-condicionado, já mandei resolver, e isso é algo que vou acompanhar de perto. Nessa semana ainda a gente resolve esse problema", declarou o governador.

Wilson Lima também falou do trabalho realizado para acabar com o atendimento de pacientes nos corredores da unidade e da preocupação do novo governo em garantir o mínimo de conforto aos usuários da rede de urgência e emergência da capital.

"Tínhamos 70 pessoas nos corredores. Hoje, esse número está diminuindo, reduzimos para 25. Nosso objetivo é fazer com que não fique mais ninguém nos corredores e essas pessoas possam ser atendidas e tenham o mínimo de conforto possível. Eu vi algumas pessoas no calor, não dá para aceitar coisas como essa", afirmou Wilson Lima.

De acordo com a direção da unidade, há a necessidade de trocar, pelo menos, 20 aparelhos de ar-condicionado.
HPS da Criança - No Hospital e Pronto-Socorro da Criança Zona Leste, o governador constatou um abastecimento adequado para a demanda da unidade, além de leitos suficientes.

"Temos aqui, pelo menos, 80% da unidade abastecida com medicamentos. Conversei também com os pais, com as crianças. É uma unidade que tem capacidade para 130 pacientes e hoje temos 80. Isso também é resultado do trabalho que vem sendo feito pela Secretaria de Estado de Saúde, no sentido de abrir leitos de retaguarda, em razão desse surto de H1N1", informou Wilson Lima.

O secretário estadual de saúde, Carlos Almeida, afirmou que os problemas estruturais identificados na visita serão resolvidos de forma imediata. E reforçou que neste feriado prolongado a prioridade é garantir o abastecimento de toda a rede de urgência e emergência.

"Existe uma necessidade de melhoria das unidades, só que nesse período de Carnaval a grande preocupação é não permitir o desabastecimento. Há um fluxo grande nas unidades nesse período e é nossa preocupação e determinação do governador que nós façamos o acompanhamento de todas as unidades durante o Carnaval. As situações pontuais e críticas nós estamos tomando providências de imediato para que não falte para a população a saúde que todos merecem", ressaltou Carlos Almeida.

Dados da gerência de Urgência e Emergência da Susam mostram que 6 mil pessoas buscaram atendimento na rede de urgência e emergência da capital neste sábado (02/03).

H1N1 - O plano de ação adotado pela Susam para o feriado prolongado do Carnaval leva em consideração, ainda, segundo Carlos Almeida, o alerta da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS) sobre a circulação do vírus da Influenza A (H1N1) no Estado e o aumento dos atendimentos de pacientes com gripe e SRAG.

“Todas as nossas unidades da rede de urgência e emergência estarão funcionando prontas para atender não apenas esses casos, mas todas as demandas comuns do período. Os hospitais, que servirão de retaguarda, caso haja necessidade, também se prepararam para o manejo de pacientes. Estamos garantindo insumos e organizando esse atendimento. Se houver necessidade, usaremos até a rede suplementar, que são hospitais privados”, explicou o secretário de saúde.

A secretária executiva de Saúde da Capital, da Susam, Kelen Maia Portela, informa que o plano foi montado para o enfrentamento às possíveis situações de superlotação e também por conta do período sazonal da gripe. Ela explica que as unidades de saúde estão adaptadas para receber os casos de gripe e as síndromes respiratórias, caso haja agravos.

“Todas estão abastecidas com o antiviral. As orientações levam em conta do primeiro atendimento na porta de entrada para a identificação e aplicação do antiviral o mais rápido possível, ao manejo clínico do paciente e à internação em isolamento ou transferência para leitos de retaguarda em outras unidades”, explicou.


Fotos: Roberto Carlos e Diego Peres/Secom




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