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Cardeais da Alemanha criticam Sínodo da Amazônia

As críticas de cardeais da Alemanha ao Sínodo da Amazônia e indiretamente ao papa Francisco deverão tumultuar o encontro em Roma, que será realizado entre os dias 6 a 27 de outubro.

A reunião de alguns dos principais nomes da Igreja Católica, já alvo de críticas do governo Jair Bolsonaro, também vira palco do confronto interno em relação ao atual pontificado.

O prefeito emérito da Congregação para a Doutrina da Fé (1912-1917), Gerhald Muller, de 71 anos, e seu colega Walter Brundemuller, de 90 anos, disseram que o documento sobre o Sínodo contém heresia, estupidez e apostasia, informa o jornal Estadão.

Muller reforçou suas objeções aos conceitos defendidos pelo sínodo sobre a Amazônia: “A cosmovisão dos povos indígenas é uma concepção materialista semelhante ao marxismo e não é compatível com a doutrina cristã.”

O cardeal Brundemuller acrescentou: “É impossível esconder o fato de que esse sínodo é particularmente adequado para implementar dois dos projetos mais ambiciosos e que nunca foram implementados até agora: a abolição do celibato e a introdução de um sacerdócio feminino, a começar por mulheres diaconisas.”


Fonte: Renova Mídia




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