Polícia Civil pede o apoio da população para localizar quatros pessoas envolvidas em homicídio ocorrido em 2015

A equipe de investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros – Anexo (DEHS-Anexo), sob a coordenação dos delegados Carlos Tavares e Roberto Campainha, titular e adjunto, respectivamente, da unidade policial, solicita a colaboração de todos na divulgação dos nomes de Vanderlan Lopes de Freitas, 36, conhecido como “Lan”; Maria das Graças Lopes de Freitas, 36, a “Graça”; e Taciana Lopes de Freitas, 25. Eles são acusados de envolvimento no homicídio de Adalberto do Nascimento Silva, que tinha 30 anos, e no homicídio tentado de um homem de 26 anos.

Conforme Tavares, o crime ocorreu na noite do dia 17 de maio de 2015, por volta das 20h30, na rua Ocre, bairro Tancredo Neves, zona leste da capital. Na ocasião do delito, Adalberto, que era marido de Tatiana, informou que não iria mais morar no imóvel da mãe dela, Maria das Graças, e, em seguida, mãe e filha iniciaram uma discussão que culminou com a morte de Adalberto. Segundo o delegado, após isso, “Graça” saiu do local. Vanderlan e outro indivíduo, ainda não identificado, apareceram e efetuaram dois disparos de arma de fogo em Adalberto, que veio a óbito no lugar, e seis disparos na vítima lesionada, que conseguiu sobreviver.

“Apesar do tempo em que o crime ocorreu, seguimos em diligências em torno do caso com o intuito de localizar e prender todos os envolvidos no delito. Por meio das testemunhas que estavam no local no momento em que o crime aconteceu, conseguimos criar o retrato falado do único infrator ainda não identificado até o momento, pedimos o apoio da sociedade para esclarecer o caso”, relatou Tavares.

Quem puder colaborar com informações sobre as localizações de “Lan”, “Graça”, Taciana e o indivíduo do retrato falado, ligar para os números (92) 3651-6074 ou 3214-7840, o disque-denúncia da unidade policial. “Caso alguém conheça o nome do indivíduo ainda não identificado ou até mesmo o apelido, irá nos auxiliar muito para a elucidação do caso. Também disponibilizamos o número 181, da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). Asseguramos o sigilo da identidade dos informantes”, garantiu o delegado.


Foto: Divulgação / PC-AM



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