Polícia Civil prende homem que roubou, matou e escondeu o corpo da própria prima, em Itacoatiara

As equipes de investigação da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) e da Delegacia Especializada de Polícia (DEP), ambas situadas em Itacoatiara (distante 176 quilômetros em linha reta da capital), cumpriram, na tarde de terça-feira (14/04), por volta das 16h, mandado de prisão preventiva em nome de um homem de 29 anos, por ter roubado, matado e escondido o corpo da própria prima, identificada como Tais Rodrigues Teixeira, que tinha 16 anos. O crime ocorreu no dia 31 de março deste ano, na Comunidade Benjamin Constant, na zona rural do município.

Sob o comando da delegada-geral Emília Ferraz, a ação policial foi coordenada pelos delegados Lázaro Mendes e Paulo Barros, titulares da DIP e DEP, respectivamente. Conforme Barros, o infrator foi preso nas dependências da DEP do município. As investigações em torno do caso tiveram início no final do mês de março, quando a vítima desapareceu, depois que procurou uma área da comunidade para se conectar à internet. Desde então, ninguém mais a viu.

“Durante os procedimentos de diligências, nós rastreamos o celular de Taís e constatamos que o infrator havia vendido o aparelho em uma comunidade próxima. Desta forma, seguimos uma linha de investigação que apontava fortes indícios para o envolvimento do primo no delito. Posteriormente, as nossas equipes voltaram à localidade, onde conduziram o homem de 29 anos ao prédio da unidade policial”, explicou Barros.

Segundo o titular da DEP, em depoimento, o indivíduo confessou a autoria do delito, e alegou que havia matado a vítima para roubar o celular da mesma. Ainda durante o interrogatório, o infrator alegou que jogou o corpo de Taís no rio e, em seguida, vendeu o celular pela quantia de R$ 100, para comprar bebidas alcoólicas. Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão, pois já havia uma ordem judicial em nome dele, expedida pelo juiz plantonista da comarca de Itacoatiara.

Procedimentos – O infrator foi indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver. Após os trâmites cabíveis, ele permanecerá custodiado na carceragem da delegacia, e ficará à disposição da Justiça.


Foto: Erlon Jorge/PC-AM



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