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Especialista dá dicas para empreendedores que abriram novos negócios durante a pandemia se manterem no mercado



A pandemia de coronavírus afetou fortemente as empresas de todos os setores, causando o fechamento de inúmeros negócios. Porém, mesmo diante de um cenário desafiador, muitas pessoas decidiram empreender, aproveitando as oportunidades que este período trouxe, principalmente na área de serviços e tecnologia. Dados do Mapa de Empresas do Ministério da Economia mostram que 1,114 milhão de negócios foram abertos no país entre maio e agosto deste ano. No mesmo período, 331,5 mil empresas foram fechadas. Por isso, o saldo do segundo quadrimestre foi positivo, com 782,6 mil novos negócios.

Apesar de terem sido abertos na pandemia, essas empresas continuarão atuando na retomada das atividades, que tem acontecido de forma gradual em cada estado. Para o professor do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Teresa e gerente financeiro da Fametro, Diego Ferreira, as decisões tomadas agora, por esse novos empreendedores irá impactar diretamente no fato dessas empresas continuarem ou não no mercado. Mais do que nunca, diz ele, é necessário foco e organização.

De acordo com Diego, as pesquisas mostram que ter o próprio negócio é o desejo de 70% dos brasileiros, mas a grande maioria não sabe por onde começar a fazer isso. “Empreender vai muito além de abrir uma empresa. O empreendedorismo está muito mais ligado ao fato de perceber uma oportunidade de fazer algo diferente daquilo que já existe no mercado. Foi o que aconteceu na pandemia. A maioria dos negócios abertos teve como princípio atender uma demanda por produtos e serviços, em um período que as pessoas precisavam ficar em casa”, frisou.

Para continuar no mercado, os empreendedores podem ficar atentos a algumas dicas. A primeira orientação é definir metas para o negócio. “Saber onde se quer chegar é o ideal para traçar uma boa estratégia de crescimento”, destacou.

Planejar e reduzir custos é outro ponto essencial, segundo o professor. “Uma empresa em fase inicial ou mesmo aquelas com mais tempo no mercado precisam ter um controle rígido dos recursos financeiros”, pontuou.

Outro ponto importante é criar e desenvolver a marca, fazendo com que cada vez mais pessoas a conheçam. Nesse sentido, as redes sociais são importantes aliadas. “A própria pandemia provou isso. As pessoas passaram a usar cada vez mais os canais digitais para ter acesso a produtos e serviços. Se a empresa não está presente nas redes sociais a recomendação é que faça isso o quanto antes”, afirma. Preservar os clientes, realizando um pós-venda eficiente, também é primordial.

O professor acrescenta que ter uma consultoria com especialista também pode fazer a diferença, já que o profissional poderá auxiliar na identificação dos pontos fortes e fracos da empresa.

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