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Covid-19: SES-AM transfere albergadas para reorganizar rede de assistência materna



Como parte da reorganização da rede estadual de Saúde, em virtude do recrudescimento da Covid-19 no estado, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) transferiu 27 mulheres residentes nos albergues das maternidades para a Casa do Migrante Jacamim, de responsabilidade da Secretaria de Estado Assistência Social (Seas). A ação faz parte do Plano de Contingência montado pela SES-AM e em execução desde o mês de novembro de 2020.

A maioria das mulheres albergadas nas maternidades são do interior do estado e precisam permanecer na capital enquanto os seus recém-nascidos, prematuros, ou com complicações de saúde, estiverem internados.

Mesmo com a mudança, as mães continuarão visitando e alimentando os seus bebês diariamente. Para isso, com apoio de outras secretarias do Estado, elas serão transportadas até as unidades, como explicou o gerente de Maternidades da SES-AM, Edilson Albuquerque.

“E aí teremos o suporte do transporte de van, das outras secretarias, para trazer essas mães para alimentar os bebês, receber o boletim médico, indo e voltando”, reforçou o gerente.

Mães de bebês prematuros visitam, diariamente, os recém-nascidos para obter boletim médico e alimentá-los até o momento em que eles recebem alta. No caso de mães oriundas do interior, as unidades disponibilizam albergues para que elas possam permanecer na capital, sem gastos extras, até que seja dada a alta médica.

Com o aumento no número de casos de Covid-19 e a necessidade da rede de expandir, de forma preventiva, o número de leitos para pacientes grávidas e puérperas, a secretaria utilizará o espaço dos albergues para a abertura de novos leitos clínicos. Serão 49 leitos clínicos com essa ação.

Com a movimentação, serão acrescidos novos leitos nas maternidades Ana Braga, Nazira Daou e Balbina Mestrinho, e no Instituto da Mulher Dona Lindu.

Segurança e segregação – O secretário da SES-AM, Marcellus Campêlo, reafirmou que, nas maternidades, o plano segue todo o trabalho de revisão e adequação de fluxos e protocolos das maternidades estaduais, voltados para o atendimento de pacientes grávidas e puérperas com Covid-19.

“As maternidades terão alas exclusivas para mulheres grávidas, puérperas e mulheres com Covid, separado, isolado, RH diferenciado, acessos diferenciados, a equipe técnica dessa área de Covid não se mistura com a outra área. A ideia é segregação com segurança”, adiantou o secretário.

Desde o início da pandemia, em março, todas as unidades da rede estadual de Saúde passaram a contar com áreas exclusivas para o atendimento e tratamento de pacientes suspeitos ou com Covid-19 confirmado. São as chamadas Salas Rosas, que nunca deixaram de funcionar, mesmo com a queda do número de casos e internações vivenciada em alguns meses de 2020.

Dessa forma, com o recrudescimento da Covid-19 no Estado, a SES-AM está revisando esses protocolos, garantindo assim a segurança dos usuários.

Foto: Divulgação/SES-AM


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