Por que o tratamento precoce contra a Covid-19 é tão atacado?

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Por que o tratamento precoce contra a Covid-19 é tão atacado?

Por Nelson Fonseca

Você conhece alguém que tratou a Covid-19 com o protocolo de tratamento precoce do Ministério da Saúde, com hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina, etc, e que tenha morrido?

Os que declararam publicamente que fizeram esse tratamento, que eu saiba, sobreviveram todos à Covid-19.

Só no governo federal foram Marcos Pontes, Onyx Lorenzoni, Milton Ribeiro, Bento Albuquerque, Fabio Wajngarten, Otávio Rego Bastos, Marcelo Álvaro Antonio, Wagner Rosário, Braga Netto, General Ramos, Hamilton Mourão e até mesmo o casal Jair e Michelle Bolsonaro, entre outros.

A Prevent Sênior afirmou em Abril do ano passado, ter curado mais de 300 pessoas com hidroxicloroquina. A Unimed também utiliza esse protocolo.

A atriz Camila Pitanga tomou hidroxicloroquina mas não foi pra Covid, foi pra malária. Sei!

Médicos do Hospital Regional Tibério Nunes, localizado em Floriano, no interior do Piauí, passaram a administrar a hidroxicloroquina para pacientes internados com Covid-19 e verificaram uma “melhora significativa” no quadro de saúde dos infectados. “- Zeramos a UTI”.

Todos se curaram com esses fármacos, mesmo os mais idosos e com comorbidades.

Algumas celebridades negam ter utilizado os remédios do protocolo do Ministério da Saúde por “motivos ideológicos”, outros tentaram esconder que utilizaram a hidroxicloroquina, mas a receita vazou pra imprensa, não é mesmo, Dr. David Uip?

Portanto, até prova em contrário, a eficácia desse tratamento é de 100%.

Mas por que tentam esconder e negar isso?

Em primeiro lugar vêm os motivos financeiros.

O mercado de vacinas contra a Covid-19 deverá movimentar bilhões ou trilhões de dólares. Os grandes laboratórios logo “atestam” que “não existe comprovação científica” desses remédios (como se tivesse das vacinas, por acaso).

“Imagina se os laboratórios vão deixar de vender suas vacinas bilionárias por causa de um remedinho de 10 reais com a patente quebrada”.

O outro motivo é o político. Aqui no Brasil, por exemplo, o esquerdista morre mas não toma o remédio do Bozo (ou toma escondido).

Eu fico com os depoimentos de quem utilizou e se curou e também com os relatos dos profissionais da linha de frente que afirmam terem salvo centenas de pessoas com esse tratamento, como a Dra. Raissa, de Porto Seguro-BA.

Não acredito naqueles que se dizem profissionais da saúde, mas não tiram o popozão da cadeira. Prefiro acreditar nos que estão nos hospitais, no front, salvando vidas.

Os mesmos que negam as vantagens do tratamento precoce, reconhecem que 50% de eficácia de uma vacina já é “aceitável”.

Está em jogo, de um lado, bilhões de dólares e comissões astronômicas, de outro lado, a vida de milhares de pessoas. Mas quem se importa com elas?

A campanha contra esses medicamentos começou com a hidroxicloroquina. Chegaram a falar que causava arritmia cardíaca e até matava. Até serem desmentidos pela Sociedade Européia de Cardiologia.

Continuam negando a eficácia de Nitazoxanida , Azitromicina, Ivermectina, anticoagulantes, etc, no tratamento da Covid-19.

Melhor entubar e deixar morrer, não é mesmo Dr. Mandetta?

Será esse o plano?

A imprensa esquerdista continua batendo forte. A agência canhota de “left fact check” Lupa-Folha de São Paulo diz ser falsa a afirmação de que o tratamento precoce ajuda na cura da Covid-19, baseada na palavra de um tal de Fabrício Martins Valois, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Quem é esse Fabrício na fila do pão? Será que é um psolista, cabeludo e maconheiro? Não sei.

Por que esse desespero contra esses medicamentos, muitos cinquentenários e sem efeitos colaterais graves?

Se ajudar em 10%, já vale a pena.

Já não se fala mais em respiradores e hospitais de campanha. Já roubaram o que podiam nessa área. Agora o roubo vai ser nas seringas e agulhas.

Mas a “menina dos olhos” é a vacina. Muitos vão enriquecer três ou quatro gerações de suas famílias com essas vacinas.

“O Ministério da Saúde adverte: apertar as bolas com as calças aumenta a ganância”.

O poço da corrupção é sem fundo.

Já estão falando que não sabem por quanto tempo a vacina vai nos proteger. Isso abre a possibilidade de ter que repetir a dose daqui a alguns meses.

Haja dinheiro público!

Na verdade, não garantem nem mesmo se vai proteger, já que teremos que continuar usando máscara, mantendo o distanciamento social e quebrando empresas com o lockdown. Ou seja: não vai mudar nada para o gado obediente.

Por enquanto, continue se apavorando cada vez que morre de Covid-19 um artista de 92 anos, cardíaco, hipertenso, diabético e fumante.


Nelson Fonseca (Colunista) É profissional de TI aposentado, de direita, conservador, patriota e cristão. Atualmente luta, incessantemente, contra o Comunismo e a degradação social e dos conceitos cristãos.

Fonte: Relevante News


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