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Política

Omar Aziz critica postura de Bolsonaro durante a pandemia

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O senador Omar Aziz (PSD-AM) criticou as posturas do governo e do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia da covid-19. Ele é favorito para presidir a CPI da Pandemia.

Por isso, em entrevista à Globo News, ontem (18), o senador disse que o colegiado não terá o objetivo de perseguir “A ou B”. Segundo matéria divulgada pelo G1.

Por outro lado, também à Globo News, hoje (19) pela manhã, Aziz afirmou que a CPI não vai acabar em pizza.

Mas, a CPI vai investigar ações e omissões do Executivo e para fiscalizar a aplicação de recursos federais por estados e municípios.

Além disso, a CPI da Pandemia deve ser instalada na próxima quinta-feira (22) no Senado. O relator da comissão deverá ser Renan Calheiros (MDB-AL).

Atitudes de Bolsonaro

Do mesmo modo, na entrevista, Omar Aziz disse que as posturas do presidente prejudicam o enfrentamento à pandemia no país.

Refere-se aos fatos que o presidente provoca aglomerações e não utiliza máscaras.

“Isso que o presidente fez [aglomerar sem máscara], se fosse uma outra pessoa que estivesse fazendo isso, iria presa”, afirmou.

“Nós não temos um protocolo. O presidente faz uma coisa, o ministro fala outra. O governador fala uma coisa, o prefeito fala outra. E a gente perdendo vidas, e as pessoas batendo cabeça”, completou o senador do PSD.

Dessa forma, Omar Aziz também disse que o colegiado terá de apurar eventuais falhas do governo.

Por exemplo, em especial do Ministério das Relações Exteriores, nas negociações para aquisição de insumos necessários à produção de vacinas.

Brasil errou

Assim como, o parlamentar por Amazonas diz ser independente em relação ao governo e, durante a entrevista, declarou que não fará “negociata” com o Palácio do Planalto caso assuma a presidência da comissão.

Por outro lado, Omar afirmou que o Brasil errou ao não criar barreiras sanitárias para evitar a entrada e a disseminação do vírus no país, no começo da pandemia.

Por fim, ele antecipou que médicos, sanitaristas, cientistas e epidemiologistas devem ser os primeiros ouvidos pela CPI.

Leia mais sobre o assunto no G1.

Foto: Reprodução / vídeo