Juiz alega falta de materialidade, nega pedido de prisão e assaltante que atirou em cinegrafista é solto

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Juiz alega falta de materialidade, nega pedido de prisão e assaltante que atirou em cinegrafista é solto



O juiz plantonista da área criminal soltou agora a noite Adriano Silva Nascimento, que tinha sido preso acusado do assalto em que o cinegrafista Renê Silva, do Grupo Diário de Comunicação (GDC), foi baleado duas vezes.

Adriano foi preso pela equipe do delegado Denys Pinho, da Especializada de Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) como um dos envolvidos no assalto ocorrido por volta das 06h do último dia 15 de abril

O assaltante foi preso com base em inúmeras provas colhidas pela equipe da DERFD, entre elas o GPS e a identificação da moto no local onde ocorreu o assalto e o latrocínio tentado.

Diante das provas colhidas e um trabalho exaustivo e minucioso de investigação, o delegado representeou pelo pedido de prisão preventiva, mas o juiz plantonista alegando a falta de materialidade negou o pedido. Diante disso, o assaltante teve que ser solto agora a noite.

O assalto aconteceu na Alameda Cosme Ferreira, bairro Coroado, zona leste de Manaus. Os assaltantes estavam armados em uma moto, anunciaram o assalto por volta das 06h50.

Fora levados os celulares do cinegrafista Renê Silva e da repórter Natasha Pinto.

Durante a fuga os assaltantes atiraram duas vezes contra o cinegrafista Renê. A repórter não foi ferida.

Os tiros acertaram o tórax e uma das mãos de Renê.

Jornalistas e repórteres estão indignados com a impunidade e descaso da justiça com o caso. Protestos devem ocorrer nesta quinta-feira (29).

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